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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

MARMOTA: um roedor que hiberna por 7 meses.

Parente dos Esquilos, as Marmotas são mamíferos e roedores parecidos até com seus parentes, mas diferem deles pelo tamanho maior.
São animais sociais e até se comunicam por vocalizações ao menor sinal de perigo. Podem viver em colônias ou famílias. Habitam o hemisfério norte, nas regiões montanhosas, sem uma vegetação desenvolvida. Já chegaram a ocupar grande parte da Europa.
Se alimentam de ervas e usam tocas para hibernar durante o Inverno. Essa hibernação pode durar até 7 meses e quando despertam destroem tudo que encontram ao seu redor, para recuperar as reservas energéticas.


imagens-ilustrativas-relacionadas-as-marmotas.


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quarta-feira, 16 de março de 2016

PREÁ: um roedor de hábitos noturnos.

Parentes próximos do Porquinho-da-Índia, o Preá é um roedor encontrado apenas em países da América do Sul. Das 10 espécies de Preás, apenas duas são encontradas aqui no Brasil. Quando adultos, esses animais podem pesar 1,5 kg e medir 30 centímetros de comprimento.
Sua pelagem varia entre cinza e marrom, corpo robusto e orelhas e patas curtas. São roedores que não possuem cauda e seus dentes incisivos são muito amolados.
São animais que preferem se aventurar na parte da noite e habitam proximidades de lagos, rios e córregos por serem bons nadadores. Seu modo de correr, aos pulos e gritando, é peculiar.
Mudanças profundas em seus habitats fizeram os Preás se tornarem uma praga, pois invadem plantações e as destrói. Se alimentam de capim, verduras, conseguindo sobreviver em locais sem água.
Seus predadores naturais são cobras, aves de rapina e felinos selvagens, mas pela sua proximidade com assentamentos humanos, cães e gatos também fazem uma boquinha com Preás.
Fora esses predadores, o homem além de destruir seus habitats, adora sua carne como alimento. Hoje em dia são criados para fins comerciais.
São animais tímidos mas que vivem em bandos. Fazem seus ninhos nas bromélias, buracos e moitas. Para conquistar um fêmea, o macho executa sua dança de acasalamento. Até 3 crias nascem depois de uma gestação de até 70 dias.


imagens-ilustrativas-de-preás.























no link abaixo assista a 2 preás na natureza.





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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Mara da Patagônia: conheça este roedor argentino.

Mara ou Lebre da Patagônia é um mamífero roedor só encontrado em alguns lugares da Argentina. São parentes distantes de Lebres e na verdade, são da família das Capivaras.
São animais grandes, podendo pesar até 8 kg e se alimentam de qualquer espécie de vegetal.
Dizem que as Maras são o cruzamento de Coelhos com Veados, o que não é verdade. Seu pelo é curto e de cor acinzentada, com o ventre branco. Suas orelhas são longas e pontudas, patas finas e compridas, sendo as traseiras ligeiramente maiores.
São ótimos corredores e saltadores. Durante o dia são ativos e só são encontrados em maior número próximos da água, sendo que na maior parte do tempo vivem em pares e esse par se manterá por toda a vida.
No tempo de acasalamento as fêmeas constroem um abrigo e nele cerca de 15 pares se instalam, sempre evitando contato muito próximo um com o outro. Embora o macho seja o dominante, seguirá sua fêmea por toda a parte, atento à outros machos e a predadores.
As fêmeas têm de 1 até 3 crias, depois de 90 dias de gestação. Nascidos, os filhotes ficam até 3 meses sendo amamentados por ela. Uma Mara pode viver por até 15 anos.


fotos-ilustrativas-relacionadas-à-mara-da-patagônia.























no link abaixo assista maras se alimentando.










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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Porquinho-da-Índia: história, características, alimentação, habitat e reprodução deste roedor.



Eles não são suínos e muito menos indianos.Os Porquinhos-da-índia, apesar do nome, são roedores usados como animais domésticos e existentes inicialmente somente na América do Sul.
A história deste simpático roedor começa nas Índias Ocidentais, onde eram criados pelos povos andinos para servirem de alimento. Hoje alguns países como o Peru ainda seguem essa tradição e esses animais são muito apreciados na culinária local.
Somente no século XVI os europeus tomariam contato com os Porcos-da-Índia, ao chegarem no Império Inca. Ao serem levados para a Espanha, tornaram-se uma febre e dali espalharam-se por toda a Europa.
Hoje, os Porquinhos-da-Índia ou Hamsters são utilizados como cobaias de laboratório.
As principais características deste roedor é a sua vivacidade e docilidade. Raramente mordem. Um macho pode atingir 25 cm e pesar entre 900 a 1.200 kg. As fêmeas são menores, atingingo 20 cm e peso entre 700 a 900 kg.
Os Porquinhos-da-Índia são animais rústicos e se adaptam muito bem a qualquer ambiente. Precisam de local seco e espaçosos para se organizarem, passear e brincar. É recomendado não usar gaiolas, uma área de cerca de 1 metro quadrado, feita de arame e sem teto, é ideal. A melhor companhia para eles é um outro do mesmo sexo. Se forem criados um macho e uma fêmea, haverá 20% de chances de morte na gestação, parto e pós-parto.
Os Porquinhos são herbívoros. Comem diversos tipos de legumes e verduras. Feno e capim devem estar sempre disponíveis e deve-se evitar rações com muito cálcio, vitamina D e falta de vitamina E, que podem causar problemas ao animal.
Existem diversos padrões de cores nos Porquinhos-da-Índia.
A reprodução deles deve ser bem controlada. As fêmeas com 4 semana de idade já podem procriar e os machos já estão maduros a partir da terceira semana de vida. O cio dela durá cerca de 17 dias e 4 dias depois de parir, a fêmea entrará no cio novamente. Por isso não é bom manter sempre macho e fêmea juntos, evitando assim gravidez sucessivas. O período de gravidez da fêmea durá em média 72 dias. Em cada gravidez, a fêmea dará à luz entre 2 a 5 filhotes. Por até 3 semanas, os machos nascidos podem ficar com irmãs e a mãe. Depois disso precisa ser separado delas.


imagens-ilustrativas-do-porquinho-da-índia.





















no link abaixo assista dicas de como criar porquinhos-da-índia.






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terça-feira, 19 de maio de 2015

Castor: saiba como se reproduz, se alimenta, suas características, as classificações, o comportamento e o habitat natural deste roedor voraz.

O Castor é um roedor que vive parte do seu tempo no solo e outra parte na água. São animais nativos da América do Norte e Europa, sendo que alguns indivíduos foram introduzidos em outras regiões.
Em termos de classificação existem atualmente duas espécies de castores: o castor americano, que vive na América do Norte e o castor europeu, que vive em algumas regiões europeias e em algumas regiões da Ásia. Já existiu uma terceira espécie de castor, o Castor de Kellog, que viveu no oeste americano, mas que já se encontra extinto.
A diferença entre as duas espécies remanescentes é o número de cromossomas.
Os castores são ótimos construtores de diques nos rios e riachos onde constroem suas tocas. Derrubam uma grande quantidade de árvores, com seus poderosos dentes incisivos. Mesmo derrubando muitas árvores, eles não são considerados como uma ameaça ao ecossistema, pois os diques construídos por eles, beneficiam mais do que prejudicam.
É o animal-símbolo do Canadá e foi muito importante na colonização americana pela busca de sua pele, de alto valor comercial.
O castor é o segundo maior roedor do mundo, só perdendo para as Capivaras. Não param de crescer durante toda a sua vida e chegam a pesar quando adultos, 25 kg. Exemplares com mais de 40 kg já foram encontrados. Um coisa rara entre os mamíferos, a fêmea, a maioria entre os castores, são maiores que os machos, medindo cerca de 30 cm de altura e 75 de comprimento. Sua cauda é oval, composta de escamas. Sua pele é grossa e de grande valor comercial. Seus dentes incisivos, em número de 4, são muito afiados e fortes. Roem madeiras com a qual se alimenta e constroem suas casas. Em 15 minutos, um castor adulto rói uma árvore de 30 cm de espessura. Estes dentes precisam estar sempre roendo, pois nunca param de crescer.
São animais que não enxergam bem, mas ouvem e cheiram  muito bem. Submersos na água, um castor pode ficar sem respirar por até 15 minutos. Entre os roedores é considerado o animal mais inteligente.
Como já falamos anteriormente, as duas espécies de castores são bem parecidas fisicamente e é preciso conhecimento técnico para saber quem é quem. A diferença mais gritante é o número de cromossomas de um e de outro. O castor europeu possuí 48 e o canadense 40.
O castor vive mais na água que na terra. Só viajam dentro dela. Vivem em grupos de até 12 indivíduos.
Durante todo o verão e a primavera, reúnem grandes reservas de madeiras para se alimentarem no inverno. Na primavera se formam os pares e durante o verão irão nascer os filhotes, no máximo 4, dependendo da espécie. Se um parceiro morrer, o sobrevivente se casa de novo. A fêmea só acasala uma vez por ano e amamenta os nascidos nas primeiras semanas. Com 2 anos, um filhote segue vivendo com a família, ajudando a mãe na alimentação e proteção de recém nascidos.
Vários países europeus criam castores em cativeiro para reporem suas populações drasticamente diminuída pela sua caça. Em seu habitat natural um castor vive por até 12 anos. No cativeiro 20 anos.
Os maiores predadores dos castores, além do homem, são lobos, ursos e coiotes.


imagens-ilustrativas-de-castores.





























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quarta-feira, 18 de março de 2015

Qual o menor mamífero do mundo? Pesquise e conheça.

Hoje conheceremos o menor mamífero existente no planeta. Na verdade este ¨título¨ é dividido entre 2 animaizinhos: um morcego e um roedor.
O morcego no caso é o Kitti ou morcego-focinho-de-porco, apelido dado pelo seu focinho que lembra o do suíno. Este morcego só foi descoberto nos anos 70, em cavernas da Tailândia. Mede entre 2,9 e 3,3 centímetros, isto quando adulto. Seu peso fica em torno de duas gramas, vive em grupos de até 20 indivíduos e vivem por até 15 anos. Como todos os outros morcegos, o nariz-de-porco usa  ecos para localizar suas presas
São extremamente raros e ocupam apenas um pequeno território. Desmatamentos para extração de madeira, construção de estradas e a intromissão humana no seu habitat são grandes ameaças para a espécie.
Já o roedor é o Musaranho-pigmeu, encontrado na Europa Mediterrânea e na África. Mede cerca de 3,5 centímetros mais 2,5 de rabo, com um peso próximo de 2,7 gramas.
Se alimenta de insetos, comendo diariamente o dobro do seu peso. Se faltar comida, apelam para azeitonas e até o canibalismo. Em épocas de reprodução as fêmeas cruzam com diversos machos, mas sem brigas. Fora deste período a agressividade entre os indivíduos aumenta.
Ao nascerem, os filhotes do Musaranho-pigmeu são menores que uma abelha, mas com menos de 1 mês já são independentes. É um roedor muito acelerado e seu coração bate 1.200 vezes por minuto.
Seus maiores predadores são aves de rapina e répteis.


imagens-ilustrativas-do-morcego-focinho-de-porco




imagens-ilustrativas-do-roedor-musaranho-pigmeu.






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